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Neymar, SEO e o Marketing Digital

Publicado em 27/05/2013 às 10h27

Neymar dribla adversários e a mídia tradicional

Neymar dominou o noticiário semanal. Os jornais em papel e televisivos deram destaques diários às especulações sobre qual time espanhol receberia o jogador. Por fim, foi no Instagram que o próprio personagem anunciou seu destino: o Barcelona.

E o que o Neymar tem a ver a SEO e marketing digital

Dito de outra forma: o principal jogador brasileiro desde Ronaldo usou a Internet e não a TV aberta e tampouco entrevistas a jornalões para dar fim ao trends da semana. É o sintoma mais claro de que no Brasil a Internet realmente concorre com as mídias tradicionais. Como comparativo, o equivalente americano aconteceu em 23/03/2009, quando Shaquille O'Neal atualizou a própria conta do Twitter no intervalo de uma partida da NBA. Repercussão imediata nos meios de comunicação “tradicionais”.

Tudo isto para dizer que as redes sociais agora pautam jornais e revistas. A mudança de comportamento é proporcional à econômica. O dinheiro da publicidade naturalmente vai migrar paras as redes sociais. Outro dado: a Globo não espera crescimento de audiências nos próximos anos. O Youtube, a segunda rede social em audiência e igualmente o segundo buscador mais usado, tem projeções de faturamento crescente.

SEO é mais que técnica, é marketing digital:

As otimizações onpage são parte do serviço, da mesma maneira que a edição do vídeo é parte do comercial televisivo. O furo de Neymar via Instagram põe redes sociais e Internet no centro, e não mais na periferia, dos meios de comunicação.
Coincidência, ao mesmo tempo em que agora ex-santista colocava a social media à frente dos meios tradicionais, o Google lançava o Penguin 2.0. Entre as especulações nos sites de SEO, uma se destaca: um Plus agora vale um link. Ou seja, um voto. É o Google Plus virando o Ibope dos sites.
A reprodutibilidade em Social Media é o próximo desafio ao SEO. E isto vai além de Infográficos, tem a ver com confiança, Priming e Nudge.

Você recomendaria um site que não te ajudou em sua busca?

Imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/23/Neymar_Junior_the_Future_of_Brazil_2.jpg

Categoria: Redes Sociais
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Google, Nudge e Marketing Digital

Publicado por Clodoaldo Teixeira em 24/05/2013 às 14h26

A experiência do usuário durante a navegação passou a ser fundamental para o Google elencar um site nos resultados de busca. Em outros termos,  ajudar o usuário na navegação e nos objetivos deste passa a ter valor de conteúdo. É o conceto de Nudge participando da vanguarda do mercado. O que há de novidade aí? Nenhuma.

Os designers já sabiam disto:

Sites simples vendem mais, isto é fato. Os bonitos também. Beleza e funcionalidade é o que todos esperamos de qualquer ambiente, de nossas casas, passando pelas cidades e culminando nos sites e blogs. O que está escrito só impressiona o usuário depois, as palavras nascem mortas, dizia Nietzsche, filósofo de nossos sentidos mais originais. Em marketing digital, primeiro vêem as formas, depois as cores, e por fim o que está escrito.

Ambiente estranho:

Ficar alguns segundos em um página, percorrê-lá, retornar e quiça guardar o endereço em algum registro, como um Plus ou um Like, também conta muito aos resultados de quem trabalha com SEO e Marketing Digital. Agora mantenha o roteiro, porém pensando num ser humano que chega a algum lugar desconhecido?

Os comportamentos mais viscerais, não racionais, é servirão de guia básico para que o chegante comece a explorar o ambiente. Seu corpo, bem antes da razão, fará uma associação entre cores e formas e odores (isto a Internet não tem) que retetem à segurança, preservação da vida. Evitará escuros, becos.... 

É para este homem que o marketing digital deve convergir. Às referências de segurança, de dirigibilidade, de luz, de planitude.

O Rei Leão:

A melhor aula de design digital que nos legou foi os Estudios Disney, justamente nos primeiros segundos de o Rei Leão. Tudo o que alguém precisa saber sobre operar na selva online, está resumido ali. É só ver a abertura, de trás para frente. Ah: fazer SEO ou Webdesigner é simplesmente transformar a escuridão em amanhecer e não se esquecer do fundamental. Há sempre um ciclo com múltiplos atores. 

E o que tem o Rei Leão tem a ver com Nudge?

Ele olha do topo para todos e não a partir dele mesmo.

Categoria: Economia comportamental, Google, Nudge, Psicologia do e-commerce, SEO
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A nova lei do e-commerce no dia a dia do lojista virtual

Publicado em 22/05/2013 às 21h51

Presidente Dilma sanciona nova lei

Neste ano, as regras para quem atua em e-commerce ficaram mais rígidas, após a concordância da Presidente Dilma com os termos do  Decreto n° 7.962, focado nos direitos do consumidor online.  A medida é boa, pois dá mais segurança aos compradores virtuais e cria obrigações legais a lojistas virtuais perante seus consumidores.

Na prática, para que cria ou administra sites, são 3 as principais mudanças:

  • Disponinibilizar em local de destaque o CNPJ ou CPF do responsável pelo e-commerce
  • Mostrar com igual destaque endereço físico e eletrônico para contato
  • Atender às reclamações e dúvidas em até cinco dias úteis.

Opinião:

A desconfiança em relação à lisura do comércio eletrônico continua na cabeça de muitos consumidores. A curva ascendente de vendas poderia ser mais íngrime, porém o Reclame Aqui e o Procon são provas que os consumidores não decidem apenas com as fantasias, há fatos bem registrados.

Para quem trabalha em assessorar empresas em SEO, Dilma ajudou ao sancionar o decreto. Reforçar ao dono do e-commerce que a primeira forma de conversão em metas é segurança ajuda todo o comércio eletrônico. O texto da lei foca nisto: no usuário final e seus direitos.

Sugestão:

Use o rodapé para fornecer todas as informações necessárias, não só as que a lei determina, ao seu cliente. Como é um conteúdo que se repetirá em todas as páginas, qualquer que tenha sido a landing page, a página de aterrizagem, que trouxe o usuário até seu e-commerce, sempre a informação estará lá.

Outra medida essencial é criar uma página Quem Somos com todos os detalhes de sua empresa e de seus produtos, de preferência, ao lado da página Fale Conosco.

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Nudge ao criar loja virtual: o que é?

Publicado por Clodoaldo Teixeira em 05/02/2013 às 15h27

Nudge ao criar loja virtual: o que é?

A definição mais próxima para Nudge é o empurrão para a escolha certa. A palavra Nudge, literalmente empurrão em tradução livre, é um conceito da economia comportamental e nome do livro Richard Thaler e Cass Sunstein. Significa criar ferramentas para melhorar as escolhas alheias sem impor a decisão. É como o pai que orienta segundo seus valores e experiências, porém deixa que o filho decida.

Querer e desejar no comércio online:

O nome simples esconde ferramentas complexas para gerenciamento e manejo de e-commerce, focadas na confluência entre metas da loja virtual e desejos do cliente. Cabe ressaltar aqui que desejo e querer são coisas diferentes. Quando quero algum produto, este já está em nível consciente. Caso eu compre algo que não planejara e só depois me dou conta, foi o desejo quem atuou.

Exceto para itens de necessidade imediata ou de consumo fixo, é no desejo que deve atuar o lojista virtual. Um bom consultor de SEO tem de ser capaz de traduzir números em identificação daquilo que circula no inconsciente dos internautas.

ranhuras na calçada para guiar cegos: nudge pensado no usuário

Nudge na criação da loja virtual:

Criar loja virtual é, antes de tudo, dar um empurrãozinho do clique no produto ao carrinho, à finalização da compra. A primeira regra neste processo, como já vimos, está em identificar seu grupo de clientes foco e como nomeiam os produtos que você vende online. O post Como saber o que cliente da loja virtual vai querer ensina como identificar e quantificar tais tendências.

De posse destes perfis, cabe ao lojista virtual moldar o ambiente virtual, a vitrine, o "Quem Somos", tudo, de forma que agrade o usuário final ao mesmo tempo em que conflua, feito correnteza de rio, às metas de negócio. Um exemplo simples de Nudge, e paradigmático, são as ranhuras e saliências feitas no chão para ajudar aos cegos em locais públicos. Lembre que criar loja virtual é a criação de um espaço público, só que digital.

A rodoviária, metrô ou qualquer outro equipamento público se beneficia por agradar ao deficiente visual, que é um cliente e também as metas do negócio são beneficiadas, pois se economiza com mão-de-obra, os guias e ainda cria fidelidade do usuário. Um Shopping com acessibilidade vincula idosos e deficientes físicos. Gente que gasta.

SEO é Nudge:

Antes de avançar no modo na aplicação das ferramentas de Nudge ao criar loja virtual, cabe ressaltar que é o SEO, a otimização para mecanismos de busca, e, por conseguinte, para o usuário, a prática mais efetiva de Nudge que existe.  Na verdade, o SEO é o Nudge do comércio online.

Em outras palavras, ao criar loja virtual o SEO deve contemplar os conceitos do Nudge. Loja virtual de sucesso vende para pessoas e não para o Google.

Se o Google deixasse de existir de um dia para o outro, os sites robustos em Nudge, em ajuda ao usuário final, continuariam bem ranqueados, como já o são agora.

Numa forma esquemática, pense assim:

SEO=Nudge+Usabilidade

Nudge+Usabilidade=lucro para loja virtual

No próximo post, a relação entre Nudge e Usabilidade.

Categoria: Criar Loja Virtual, Criar site, Economia comportamental, Nudge, Psicologia do e-commerce, SEO, Usabilidade
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Primal Paradigm ao criar loja virtual

Publicado em 29/01/2013 às 16h01

Ao criar loja virtual , você tem de pensar primeiramente no como o consumidor final pensa, o que ele deseja. E a Jeff Bezos, fundador da Amazon e entusiasta do uso da Economia Comportamental na administração do e-commerce, sabe como ninguém ir ao encontro, dar as mãos, ajudar, aos paradigmas, ideais, conceitos básicos, que movem as compras dos clientes de sua loja virtual.

Em Economia Comportamental, chama-se Primal Paradigm o conceito básico, último, que cada pessoa tem a respeito de algo. Rapidez, facilidade de compra, segurança de dados são derivativos do Primal Paradigm “Loja Virtual”. Entender a cadeia de conceitos associados ao seu negócio ou produto é fundamental para induzir o comportamento do consumidor.
Criar loja virtual sob o conceito de Primal Paradigm: o exemplo Amazon.

Cada detalhe da homepage da empresa criada por Jeff Bezos é pensada ao objetivo primeiro do fundador: vender pela Internet. À época, Bezos escolheu livros por ser o item mais fácil, palavras de seu biógrafo, Richard L. Brandt.

Imagem da homepage da loja virtual da Amazon, pioneira no uso da Economia Comportamental para otimização de e-commerce. Na foto há toda a familia Kindle enfileirada. O projeto Kindle atesta o sucesso da estatégia de Priming Paradigm do e-book como superior ao livro de papel.

 

Família Kindle enfileirada: loja virtual de dados e não de livros.

Cada detalhe da homepage da loja virtual criada por Jeff Bezos é pensada ao objetivo primeiro do fundador: e-commerce. À época, Bezos escolheu livros por ser o item mais fácil, palavras de seu biógrafo, Richard L. Brandt. Mantendo o paradigma, a Amazon ainda vende livros, só que virtuais, ou seja, é uma loja virtual focada em venda de dados.


Mais ainda: se você pensa em criar loja virtual , em algum momento da cadeia online seus produtos ou clientes usarão os serviços da mesma empresa. Para quem não sabe, além de criar a loja virtual mais famosa do mundo, a Amazon é uma potência em locação de servidores ao redor do mundo e conseguiu imprimir na subjetividade dos clientes o foco do negócio: vender dados e não livros. Do que se trata um e-book senão de um arquivo digital, bytes? Para tanto, Bezos pediu que seus clientes financiassem seus objetivos, pedindo que cada um deles comprasse um servidor pessoal conectado ao site da empresa, o Kindle. Milhões o fizeram, e ainda saíram contentes por financiar do próprio bolso o Kindle.


Imprimindo o paradigma do e-book:

Em pouco tempo, os livros virtuais superaram os em papel na receita da empresa. Vendem mais troca de dados que papel.
O e-book cria alta fidelização. Ou seja, os clientes pagaram para ficarem mais presos ainda à mesma livraria. Em 2011, acuado pelos concorrentes, a loja online Amazon colocou no mercado um tablete a preço de custo, com mais funções que um e-reader. Objetivo: ampliar o número de clientes de livros virtuais. O papel era empecilho, o que Bezos sempre quis foi vender o que a Internet é, em essencia: troca de dados. Imprimiu nos consumidores o paradigma do e-book, e ainda lucrou com isso.


O que o Priming Paradigm tem a ver com o processo de criar loja virtual da Amazon?


Para criar uma loja virtual que venda dados, Bezos buscou antes de tudo imprimir o paradigma do livro eletrônico como superior ao de papel. Feito isto, foram os clientes de seu e-commerce que financiaram o projeto . Quem compra um Kindle, paradigmaticamente falando, está adquirindo um receptador de dados da loja virtual Amazon.


Os usuários ajudaram a bancar as metas definidas por Bezos ao criar a loja virtual focada em e-book. E ambos, usuário final e Amazon saíram felizes.

Primal Paradigm na gestão online:

Executar o Priming Paradigm em administração de e-commerce é isso, é a ação de instituir um Primal Paradigm norteador do comportamento do usuário que coincida com as metas estipuladas no projeto da loja virtual .

Jeff Bezos e a Economia Comportamental:


Jeff Bezos, como já citado aqui, é pioneiro na implantação dos conceitos da Economia Comportamental em e-commerce e tem em Daniel Kahneman , Prêmio Nobel e fundador da ciência que estuda a psicologia das decisões econômicas, como um dos principais conselheiros.

Categoria: Criar Loja Virtual, Criar site, Economia comportamental, Psicologia do e-commerce
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Como criar loja virtual com foco em SEO

Publicado em 28/01/2013 às 09h00

Criar site com foco em SEO é simplesmente dar atenção às necessidades do usuário final. O certo é fazer site para as pessoas e não para o Google. São seres humanos, gente, quem digita palavras nos buscadores de Internet. Também chamadas de usuários, querem, simplesmente, uma solução instantânea aos seus problemas, seja ele qual o melhor caminho para visitar um amigo ou uma loja virtual para comprar um refrigerador. Parece simples, banal, até, mas é a receita básica que lojas virtuais criadas para o sucesso seguem.


O Google simplesmente tenta reproduzir ao máximo o funcionamento das pessoas. Portanto, criar site com foco em SEO é simplesmente pensar com a cabeça do cliente final.


O Google dá uma orientação fundamental:

Criar  loja virtual com SEO eficiente priorizar o que é bom para o seu negócio”

Como iniciar um e-commerce com foco em SEO?

Criar loja virtual com foco em SEO segue o mesmo princípio, porém há ajustes técnicos que demandam alguma análise. O fundamental de tudo é saber por qual nome o comprador online conhece o produto de seu e-commerce. Isto é fácil saber pela ferramenta grátis Google Adwords, já explicada no post: Como saber o que cliente da loja virtual vai querer .

O que o cliente da loja virtual quer?

No post citado, ensinamos que ao se criar uma livraria online, por exemplo, o melhor é nomear o negócio por livro online, no singular, mesmo que sua loja tenha a mais completa estante do mercado. O Google entrega às pessoas aquilo que elas procuram, com ou sem o s.

Nesta imagem, retirada de uma métrica do Google Adwords, eu mostro que livro no singular é a keywords mais relevante para os usuários da internet em relação a livros, no plurar. Criar loja virtual, antes de tudo, é saber o que o usuário final busca.
Outro exemplo útil para criar loja virtual com SEO potente:

Outro exemplo é para quem pretende criar loja online de confecção. Neste caso, a mais adequada ferramenta é o Google Trends, também grátis, que monitora as tendências do usuário.

Pelo gráfico, o empreendedor deverá optar pelo uso dos termos roupas (no plural) e moda ao título de seu negócio.

Nesta figura eu mostro mais um exemplo de como criar loja virtual com foco no usuário final, como SEO competente: aqui os termos roupa, roupas, moda e confecção são comparadodos pelo Google Trends. Roupas é a keyword que se sobressai e deve guiar as escolhas do lojista de roupas online.

 

A loja online pensada com a cabeça do usuário fiinal=lucro:


Portanto, criar loja virtual com foco em SEO, antes de tudo, é pensá-la através da cabeça do usuário final e tentar ajudá-lo a sair satisfeito depois da visita ao seu e-commerce.


Como aliar as práticas de SEO e os desejos do cliente online:

Em economia comportamental volta para criação de lojas virtuais, há um conceito e ferramentas de análises para que lojistas online e clientes de e-commerce tenham satisfação mútua: Nudge.

No post seguinte, explicaremos como estratégia de SEO baseada no conceito de Nudge pode revolucionar a relação entre quem deseja criar loja virtual e o consumidor alvo.

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Como funciona a indução do comportamento do e-consumidor

Publicado em 24/01/2013 às 21h07

Vínculo se dá quando os desejos do usuário final e do projeto ao se criar loja virtual coincidem. Focar no cliente online inclui saber de seus desejos, que são inconscientes. Aquilo que se quer não é o mesmo que se deseja. Pesquisas de mercado online feitas com questionário falham nesta desconsideração, daí dificuldade em se diminuir, até mesmo conceituar, o abando de carrinho.

A figura abaixo mostra esquematicamente como isto funciona:




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Como induzir o comportamento do usuário da loja virtual

Publicado em 22/01/2013 às 21h52

A indução do comportamento do e-consumidor aos objetivos do negócio pode parece antiético de início, mas não o é. Oferecer aquilo que o consumidor não deseja gera resistência inconsciente ao produto, ao site e a marca. É o antibranding, é trazer o e-consumidor contra os objetivos de quem cria loja virtual. Branding, para quem não sabe, é o termo usado em marketing para os processos de fixação da marca à memória do cliente.

Mais: a antes famosa Propaganda Subliminar não passou nos testes da realidade, não resistiu à ciência. E o Facebook sabe bem disso, pois nesta semana anunciou que suas buscas focarão mais ainda o comportamento de seus clientes. A maior rede social do mundo, é, na verdade, uma enorme loja virtual, que vive de anúncios.

Conhecer mais para a loja virtual vender mais ainda:

Vender sem antes consultar o desejo do consumidor é tiro no pé mercadológico. Em psicologia do consumo tanto o desejar como o resistir operam no inconsciente. Significa que raramente quem compra sabe o porquê compra, embora deixe pistas quando navega num site.

Vinculando o cliente da loja virtual:

Em e-commerce, a função das ferramentas indutivas é trazer à tornar a tela do usuário uma sala de desejos e dar-lhe a mão até a realização deste. O nome que os economistas comportamentais dão à tal abordagem é o Paternalismo Liberal.

Funciona da mesma maneira que um pai bem relacionado com o filho quando o garoto lhe questiona qual caminho escolher: dá-lhe sugestões, oferece a mão, mas é ao menino que cabe a escolha final e as responsabilidades daí derivadas.
No varejo de rua os vendedores fazem o Paternalismo Liberal por intuição, no calor do momento, no jogo sedutor. Na falta deles, o dono da loja virtual  tem de valer de metodologias antecipatórias.

A importância do perfil da loja virtual:

O perfil subjetivo de consumo incluso no projeto servirá de matéria prima à aplicação das ferramentas que induzem o comportamento do usuário.


Nunca, nunca mesmo, ofereça ao consumidor aquilo que só interessa à loja virtual. Leve sim o e-commerce aos desejos do cliente. 

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Check-list para diminuir o Hallo Effect na loja virtual

Publicado em 21/01/2013 às 09h00

Estratégias de minimização do Hallo Effect na loja virtual:

Uma vez conhecido em teoria o que é o Efeito Aura (Hallo Effect) no ato de criar loja virtua l, disponilibizamos uma ferramenta simples e eficaz para melhorar o resultado dos gestores de e-commmerce. Se aplicada já no projeto do comércio eletrônico, melhor. Contudo, mesmo e-commerces vitoriosos e com presença no mercado de longa data se beneficiarão do check-list abaixo.

Hallo Effect e SEO:

O Google, Bing e princiapamente os usuários de Internet, os consumidores,  coincidem em um critério para dar relevância a uma loja virtual : conteúdo robusto e original. O check-list abaixo, tem como função primordial, tornar a loja virtual única, sem repetir o que já fora aplicado anteriormente. Embora boa parte da literatura de negócios insistam em mostrar "exemplos de sucesso a serem imitados", está na singularidade, no elemento que só você tem, a forma de criar vínculo com seu consumidor.  E isto é SEO, é otimizar  o e-commerce para o cliente foco .

Check-List para diminuir o Hallo Effect ao se criar loja virtual ou para melhorar um e-commerce ativo:

  1. O quanto o desafio atual lembra alguma experiência profissional, racional e emocionalmente? 
  2. Quais foram?
  3. As correlações e casualidades que amparam as suas decisões atuais foram testadas ou submetidas a opiniões contrárias? O quanto de mito há em suas premissas. Exemplo: a satisfação dos empregados em “nada” (sim, nada) afeta o desempenho do negócio. Já o sucesso da empresa, sim, tem forte impacto sobre a satisfação dos funcionários. Isto se dá pelos processos inconscientes que moldam o comportamento humano: identificação, idealização e projeção.
  4. As premissas foram questionadas dentro das condições atuais? Desconfie das explicações simples. Chavões como foco no cliente, liderança, cultura da empresa, entre outros, apesar de válidos, precisam ser pesados e correlacionados no contexto de cada novo desafio. O caso da Apple é típico: ela canibaliza a si mesma, lançando produtos que concorrem entre si e cria insatisfação do cliente ao lançar em período curto novos equipamentos que obsoletam o recém-adquirido pelos consumidores. 
  5. Quais exemplos realmente valem? Seguir os vencedores. O imponderável, mais que qualquer outro fator, é que determina o sucesso ou não de um empreendimento. A função de um projeto é rastrear o máximo possível quais dinâmicas devem ser incluídas no desenvolvimento. Buscar pontos positivos em cases de sucesso e considera-los como válido é um erro metodológico, já que não dispomos de dados das empresas concorrentes que ficaram para trás. Análise sem o filtro do contraditório é especulação e não ciência.
  6. Os dados passam por análise de qualidade? Quantidade de Dados. Ter muitos dados nada indica. A qualidade sim. Uma pesquisa sofisticada só é válida se o controle qualitativo dos dados for rigoroso.
  7. Qual o parâmetro de sucesso? Só as revistas de negócios fracas e livros de autoajuda se dão bem ao proferir casos de sucesso absoluto. Todo desempenho é relativo. Empresas altamente eficaz não necessariamente estão à frente de seus concorrentes. Qualquer medição deve considerar as contingências atuais. No Brasil, os dados mostram que pequenos negócios online são mais eficientes que os grandes players, pelo simples fato de darem mais lucro proporcional.
  8. Teoria ou superstição matemática? Objetividade não leva ao céu. Empresas de sucesso costumam ser focadas em suas estratégias. Acontece que as que fracassaram fizeram o mesmo, muitas vezes com maior tenacidade. Administradores tendem dar número aos fatos pela dificuldade que tem em lidar com a incerteza.
  9. Para que servem as regras da empresa? A ciência organizacional engatinha em relação a outras disciplinas. Ainda se baseia mais em testemunhos pessoais que em evidências cientificamente testadas e com repetição garantida. Por se tratar de um sistema dinâmico, um Emergency System, qualquer tentativa de matematizar o ambiente corporativo tende ao fracasso. A intuição de líderes, as contingências e fatores não controláveis comandam o criar loja virtual e qualquer outro empreendimento, online ou não.

Categoria: Criar Loja Virtual, Criar site, Psicologia do e-commerce, SEO
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Evite o Halo Effect no criar loja virtual

Publicado em 17/01/2013 às 10h05

O que é Hallo Effect ao se criar loja virtual:

Hallo Effect, Efeio Aura em português, é a tendência dos gestores ao criar loja virtual de repetir nos desafios presentes o mesmos critérios e expectivas de trabalhos que deram certo anteriormente, sem saber que cada novo projeto tem características únicas. Diga-se que os empreendedores virtuais não são os únicos a sentir a Hallo Effect; é comportamento presente em todo ser humano. Quem nunca julgou uma fala de uma namorado ou namorada nova com base em relacionamentos anteriores?


Esquema mostrando como funciona o Hallo Effect, ou efeito aura, ao se criar loja virtual. O mesmo esquema mostra como evitá-lo.
Quem inventou o Hallo Effect e como evitá-lo ao criar loja virtual?


Cada loja virtual é única, feito cada pessoa, independente do número negócios virtuais que o gestor ou consultor já tenha feito em sua carreira. Aplicar certezas obtidas em projetos de comércios eletrônicos anteriores à experiência virtual atual, em gestação, ou mesmo em operações virtuais em curso é contraindicado como estratégia de sucesso. Phil Rosenzweig foi o descobridor do Hallo Effect, e seu livro, de mesmo nome, é considerado pelo economista comportamental Daniel Kahneman como a melhor obra de gestão empresarial da história. O resultado é que Rosenzweig migrou para Suíça e tornou-se consultor de elite.


O efeito negativo do Hallo Effect ao se criar loja online:


Poluir novas estratégias de e-commerce com preconceitos ( conceito prévio, não confundir a conotação pejorativa coloquial) que todos carregamos ao longo da carreira profissional é o efeito colateral, a aura nebulosa, dos anos de aprendizado.
Estrátegia para se evitar o Hallo Effect ao se criar loja virtual:


Em todo projeto de e-commerce no qual me envolvo, faço o check-list, será tratado no próximo post. Além disso submeto o projeto, com as devidas retiradas do nome do cliente, a algum colega que nada sabe da empresa que me consulta. Dos apontamentos dele consigo perceber parte dos conceitos prévios que estou levando à nova loja virtual.


Trata-se, sobretudo, de um gesto de respeito ao cliente, que nos paga pela originalidade e que também não gostaria de ver suas estratégias empresariais repetidas em outras lojas virtuais.


A função do gestor da loja virtual:


Evitar o Hallo Effect, a aura de conclusões originadas de experiências pessoais e profissionais anteriores que obscurece a capacidade de olhar o desafio atual de modo objetivo é princípio ético de quem se propõe a auxiliar no prosperar um comércio online. Quem assim não age, forma em torno de si uma neblina que distorce a capacidade de direção daqueles cuja função é determinar o caminho a seguir.

Categoria: Criar Blog, Criar Loja Virtual, Criar site, Economia comportamental, Psicologia do e-commerce
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